08/03/2011
J 2. Regimes ditatoriais na Europa
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09/01/2011
REGIMES DITATORIAIS NA EUROPA
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20/01/2010
SUBTEMA J.2.: REGIMES DITATORIAIS NA EUROPA: FICHA FORMATIVA
1. Observa as figuras seguintes.
1.1. Completa as figuras com...
NOME
ATRIBUTO
PAÍS
PARTIDO QUE CHEFIOU
REGIME INSTAURADO
FORÇAS REPRESSIVAS
2. Lê com atenção o documento seguinte:
Documento A
"De onde vinha, aos chefes do fascismo, o dinheiro de que pareciam dispor com tanta abundância? Aquilo que se dizia é que o fascismo tirava os seus principais recursos dos contributos que lhe pagavam os grandes proprietários para serem protegidos dos sindicalistas, tanto comunistas como católicos. Dizia-se também que os fascistas eram financiados pelos grandes industriais com vista a combater o inimigo comum, o comunismo."
B. Beyens, Quatro anos em Roma, 1921 -1925
2.1. Que grupos sociais, segundo o documento A, apoiavam o fascismo ?
2.2. Explica os motivos que, segundo o mesmo documento, levavam a esse apoio.
2.3. Refere outras razões que tenham facilitado, no após-guerra, o avanço dos movimentos de extrema-direita.
2.4. Das afirmações seguintes, assinala com um D as que são características dos regimes democráticos e com um F as que são características dos regimes fascistas:
___O Estado deve ser comandado por um Chefe, a quem se deve obediência absoluta.
___Os direitos e garantias individuais são respeitados.
___É aceite a existência de partidos políticos muito diversos.
___O socialismo e o comunismo são considerados os inimigos principais.
___A existência de um regime parlamentar é considerada um factor de divisão e de perturbação.
___O nacionalismo é defendido de uma forma exaltada.
___A vontade expressa pelas maiorias, através do voto, é o fundamento do poder político.
___Os trabalhadores podem associar-se em sindicatos livres.
___A disciplina militar e o culto da força devem fazer parte da educação dos jovens.
3. Lê documento escrito.
Documento A
"Cada militante está animado de um amor inabalável pelo Fuhrer [...]. O Fuhrer é a incarnação da vontade vital da nação alemã e do seu espírito combativo e irredutível que se recusa ao repouso enquanto as bases de uma nova Alemanha não estiverem asseguradas. [...]. Cada S.A. tem a consciência de ser um combatente ao serviço da vontade divina reservada ao seu Povo."
Vólkischer Beobachter (1933)
3.1. O regime nazi assumia-se claramente como racista.
Em que se baseava esse racismo?
3.2. Identifica as expressões:
• Fuhrer:_________________________
• S.A:____________________________
3.3. Achas que podemos relacionar o carácter racista do regime nazi com as suas tendências expansionistas? Explica porquê.
4. Assinala com um V (Verdadeira) ou com um F (Falsa) cada uma das seguintes afirmações. Em seguida, reescreve, de forma correcta, as afirmações que consideraste falsas.
__Chamou-se «Estado Novo» ao período que antecedeu a Ditadura Militar.
__ Assembleia Nacional era um dos órgãos do poder legislativo.
__A PIDE era uma polícia destinada a reprimir as fraudes fiscais.
__Foi instalado no Tarrafal, em Angola, um campo de concentração.
__A Comissão de Censura garantia a livre expressão do pensamento.
__A Legião Portuguesa era uma milícia armada para defesa do regime.
__A juventude escolar devia obrigato¬riamente pertencer a uma organização oficial, a Juventude Portuguesa.
__Os sindicatos livres continuaram a ser permitidos.
5.Lê com atenção o documento seguinte:
Documento A
"Ó tu, Estaline, grande chefe dos povos, tu que fizeste renascer o homem, tu que fecundas a terra, tu que rejuvenesces os séculos, tu que enfeitas a Primavera, tu que fazes cantar a lira [...]. Tu és a flor da minha Primavera, o Sol reflectido por milhares de corações humanos."
Poema de Rakhimov, jornal Pravda, 28 de Agoslo de 1936.
5.1. Como explicas a existência de textos como aquele de que o documento A é um exemplo?
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SUBTEMA J.2.: REGIMES DITATORIAIS NA EUROPA: RESUMO
REGIMES DITATORIAIS (Extrema direita: Fascismo e Extrema esquerda: Comunismo)
ITÁLIA: Fascismo
Mussolini, “Duce”: (1922-1943)
Partido: Partido Nacional Fascista
Policia Política: OVRA (Organização de Vigilância e Repressão do Antifascismo)
Organização juvenil: Juventude Fascista
Organização paramilitar: Camisas Negras
“ Acreditar, Obedecer,Combater”
Poder: Convidado pelo Rei Victor Emanuel: Outubro de 1922.
ALEMANHA: Nazismo
Hitler, “Fuhrer” (1933-1945)
Partido: Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães (Nazi): Partido Nacional Socialista
Policia Política: Gestapo
Organização Juvenil: Juventude Hitleriana
Organização paramilitar: SA (Secções Assalto) eram camisas pardas e SS (Secções de Segurança)
“Um Povo, um Império, um Chefe”
Poder: Convidado pelo Presidente da República: Von Hindenburg: 30 de Janeiro de 1933; Chanceler: Presidente da República;1934 (III Reich (Império))
Arianismo: Anti-semitismo: Campos de concentração: Holocausto
PORTUGAL: Estado Novo: Salazarismo
Salazar: Salvador da Pátria (1928-1968)
Partido:União Nacional
Policia Política: PIDE (Polícia Internacional de Defesa do Estado)
Organização juvenil: Mocidade Portuguesa
Organização paramilitar: Legião Portuguesa
“Deus, Pátria e Família”
ESPANHA: Franquismo
Franco: “ O Caudillo” (1939-1975)"O Generalíssimo"
Partido: Falange Tradicional Espanhola
Organização Juvenil: Frente de Juventudes
Organização paramilitar: Falange.-"azuis", pela cor da camisa do uniforme
Polícia Política: Direcção Nacional de Segurança.
Guerra Civil: 1936-1939 (Republicanos (apoio: Urss) contra Nacionalistas (apoios: Itália Alemanha)
"Caidos por deus e pela pátria"
URSS: UNIÃO SOVIÉTICA: Comunismo: Estalinismo
1922: Constituição duma federação (URSS)
1924: Morre Lenine
Estaline, “ O Pai do Povo” (1928-1953)
Poder: 1928 elimina Trotsky e torna-se governante absoluto da URSS
Partido: PCUS (Partido Comunista da União Soviética)
Polícia Política:TCHECA e depois KGB ( Comité de Segurança do Estado)
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SUBTEMA J.2.: REGIMES DITATORIAIS NA EUROPA: ESTALINE: URSS
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| José Estaline |
O verdadeiro nome de José Estaline é Jossip Vissarianovitch Dhugashvili.
Estaline significa “homem de aço”, do alemão Stahl.
Nascido em uma pequena cabana na cidadezinha georgiana de Gori, filho de uma costureira e de um sapateiro, o jovem Stalin teve uma infância difícil e infeliz. Chegou a estudar em um colégio religioso de Tbilisi, capital georgiana, para satisfazer os anseios de sua mãe, que queria vê-lo seminarista. Mas logo acabou enveredando pelas atividades revolucionárias contra o regime czarista. Passou anos na prisão e, quando libertado, aliou-se a Vladimir Lenin e camaradas, que planejavam a Revolução Russa. Stalin chegou ao posto de Secretário-geral do Partido Comunista da União Soviética entre 1922 e 1953 e, por conseguinte, o chefe de Estado da URSS durante cerca de um quarto de século, transformando o país numa superpotência.
Antes da Revolução Russa de 1917, Stalin era o editor do jornal do partido, o Pravda ("A Verdade"), mas teve uma ascensão rápida, tornando-se em Novembro de 1922 o Secretário-geral do Comité Central, um cargo que lhe deu bases para ascender aos mais altos poderes. Após a morte de Lenin, em 1924, tornou-se a figura dominante da política soviética – embora Lenin o considerasse apto para um cargo de comando, ele ignorava a astúcia de Stalin, cujo talento quase inigualável para as alianças políticas lhe rendera tantos aliados quanto inimigos. Seu epíteto era "O Pai dos Povos".
Morreu a 5 de Março de 1953 pelo mesmo motivo que Roosevelt: uma hemorragia cerebral. Tinha casado duas vezes, a primeira com Catalina Scanitzé e a segunda com Nadejna Allilouva. As duas acabaram por aborrecê-lo.
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SUBTEMA J.2.: REGIMES DITATORIAIS NA EUROPA
Aula de Regimes Totalitários, Parte 1/2
Aula de Regimes Totalitários, Parte 2/2
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SUBTEMA J.2.: REGIMES DITATORIAIS NA EUROPA: REGIME COMUNISTA: URSS
URSS
1945 Victory Parade in Color (1)
1945 Victory Parade in Color (2)
1945 Victory Parade in Color (3)
Stalin funeral
KGB
Comité para a Segurança do Estado (polícia secreta da antiga União Soviética), polícia política muito poderosa, o qual esteve sempre presente em todas as etapas da sua evolução social, fosse qual fosse o regime instituído. Foi criado após a Segunda Guerra Mundial, em 1954, no período da Guerra Fria (em que a URSS se considerava cercada pelo imperialismo dos Estados Unidos, criando, assim, um clima de desconfiança e de repressão contra todas as manifestações de simpatia pelo bloco oposto), com funções de vigilância e repressão de qualquer tipo de abrandamentos da disciplina revolucionária. Cessou funções em 1991, após o colapso da URSS.O KGB era uma polícia política secreta que não tinha equivalente no estrangeiro, porque se situava a um nível completamente diferente do dos outros serviços especiais. Para além de ser um serviço de informação, constituia igualmente um ministério.Os seus efectivos cifravam-se em várias centenas de milhares de homens. O KGB dispunha de um exército, de uma aviação e de uma marinha próprios. Dirigido por um presidente, que era nomeado pelo Praesidium do Soviete Supremo, o KGB estava teoricamente ligado ao Conselho de Ministros e, na realidade, ao Comité Central do Partido Comunista.A organização compreendia cinco direcções-gerais e uma dezena de direcções ordinárias ou serviços. A primeira direcção-geral, a mais importante, incluia a subdirecção dos ilegais (agentes que viviam no estrangeiro sob uma falsa identidade), a subdirecção científica e técnica, um serviço de contra-espionagem, essencialmente ofensivo, um serviço muito importante de "desinformação" e um serviço de acção, serviço V, o serviço dos "negócios sujos", designação que não deixa qualquer tipo de dúvidas acerca da sua função. A segunda e terceira direcções-gerais estavam encarregadas da informação, da vigilância e da repressão interna; a quarta, dos guarda-fronteiras, que incluia unidades dos três ramos das Forças Armadas; a quinta, das escolas, que eram muitas e variadas. Das direcções ordinárias, a mais importante era a das Forças Armadas, que controlava o GRU (departamento do Estado-Maior que tem a seu cargo a espionagem militar e as operações paramilitares) e todas as unidades militares ou paramilitares do país.
Como referenciar este artigo:KGB. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2010. [Consult. 2010-02-02].
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SUBTEMA J.2.: REGIMES DITATORIAIS NA EUROPA: FRANCISCO FRANCO: ESPANHA
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| Francisco Franco |
04/12/1892, Ferrol (Espanha)
20/11/1975, Madrid (Espanha)
Conservador ferrenho, Francisco Franco não era nem um pouco simpático. Até seu aliado, o nazista Adolf Hitler, disse uma vez que um encontro com ele era mais desagradável do que ter quatro ou cinco dentes arrancados.
Oficial de infantaria, Franco se destacou em campanhas na África, onde se destacou pela frieza em combate. Em 1923, no Marrocos, com o posto de tenente-coronel, assumiu o comando da Legião. E, aos 34 anos, foi promovido a general de brigada. Entre 1928 e 1931, dirigiu a Academia Militar de Saragoça.
Com a criação da República Espanhola, em 1931, foi afastado de cargos de responsabilidade. Mas, em 1933, a eleição de um governo de direita o recolocou em altos cargos do exército. Foi o mentor da brutal repressão à Revolução das Astúrias (1934) com tropas da Legião e, no ano seguinte, foi nomeado chefe do Estado-Maior Central. Em 1936, o governo da Frente Popular o enviou para as Ilhas Canárias.
Nas eleições desse ano na Espanha, os partidos de esquerda que formavam a Frente Popular saíram vitoriosos. Opositores de direita, com articulação e liderança de Franco, executaram um golpe de Estado, com apoio de diversas regiões do país. A maioria das grandes cidades e regiões industriais, por sua vez, permaneceu fiel ao governo republicano de esquerda. Com o país dividido, iniciou-se a Guerra Civil Espanhola.
Os golpistas passaram a receber ajuda da Itália fascista e da Alemanha nazista que, assim, transformaram a Espanha num local de teste para seus novos armamentos. O início da participação nazista na Guerra Civil Espanhola ocorreu em Guernica, capital da província basca, uma pequena cidade considerada símbolo da liberdade desse povo.
Numa segunda-feira, 26 de abril de 1937, a cidade foi bombardeada pelos aviões alemães da Legião Condor, colocada à disposição das forças de Franco. O ataque nazista provocou a destruição total de Guernica.
Naquele mesmo mês, Franco uniu os partidos de direita e, em janeiro de 1938, se tornou chefe de Estado e do governo. O ditador eliminou toda a resistência militar a seu governo em 1939, porém, prosseguiu com a repressão, a tortura e os fuzilamentos.
O franquismo foi um sistema político repressivo e autoritário. Até livros foram queimados. Todos os partidos políticos e reuniões (de palestras a passeatas) eram proibidos. Franco manteve-se neutro na Segunda Guerra Mundial, embora próximo dos governos nazifascistas da Alemanha e da Itália.
Apesar de isolado pela vitória dos Aliados, consolidou seu poder no país. Devido à Guerra Fria, estabeleceu relações diplomáticas com os Estados Unidos e seu governo foi reconhecido pelas Nações Unidas em 1955. Em 1966, Franco criou a Lei Orgânica do Estado (Constituição), na qual previa a volta da Monarquia. O príncipe Juan Carlos subiu ao trono após a morte do ditador, em 1975, e a Espanha foi reconduzida à democracia.
Assumiu o comando da Falange Espanhola Tradicionalista
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SUBTEMA J.2.: REGIMES DITATORIAIS NA EUROPA: FASCISMO EM ESPANHA: FRANQUISMO
Imágenes en color de la Guerra Civil Española
La guerra civil española
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SUBTEMA J.2.: REGIMES DITATORIAIS NA EUROPA: SALAZARISMO
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SUBTEMA J.2.: REGIMES DITATORIAIS NA EUROPA: ANTÓNIO DE OLIVEIRA SALAZAR
•1889: Nasce em Vimieiro, Santa Comba Dão.
•1914: Em Coimbra, conclui o curso de Direito.
•1918: Professor de Ciência Económica.
•1926: Após o golpe de 28 de Maio é convidado para Ministro das Finanças; ao fim de 13 dias renuncia ao cargo.
•1928: É novamente convidado para Ministro das Finanças; nunca mais abandonará o poder.
•1930: Nasce a União Nacional.
•1932: Presidente do Conselho de Ministros.
•1933: É plebiscitada uma nova constituição que dá início ao Estado Novo. Fim da ditadura militar.
•1936: Na Guerra Civil de Espanha apoia Franco; cria a Legião Portuguesa e a Mocidade Portuguesa; abre as colónias penais do Tarrafal e de Peniche
•1937: Escapa a um atentado dos comunistas.
•1939: Iniciada a Segunda Guerra Mundial, Salazar conseguirá manter a neutralidade do país.
•1940: Exposição do Mundo Português.
•1943: Cede aos Aliados uma base militar nos Açores.
•1945: A PIDE substitui a PVDE.
•1949: Contra Norton de Matos, Carmona é reeleito Presidente da República; Portugal é admitido como membro da NATO.
•1951: Contra Quintão Meireles, Craveiro Lopes é eleito Presidente da República.
•1958: Contra Humberto Delgado, Américo Tomás é eleito Presidente da República; o Bispo do Porto, António Ferreira Gomes critica a política salazarista
•1961: 22/01, ataque ao navio Santa Maria por anti-salazaristas, que se asilam no Brasil logo após a posse de Janio Quadros; 04/02, assalto às prisões de Luanda; 11/03, tentativa de golpe de Botelho Moniz; 21/04, resolução da ONU condenando a política africana de Portugal; 19/12, a União Indiana invade Goa, Damão e Diu; 31 de dezembro de 1961 para 1 de janeiro de 1962, revolta de Beja.
•1963: O PAIGC abre nova frente de batalha na Guiné.
•1964: A FRELIMO inicia a luta pela independência, em Moçambique.
•1965: Crise académica; a PIDE assassina Humberto Delgado.
•1966: Salazar inaugura a ponte sobre o Tejo.
•1968: Na sequência de um acidente (queda de uma cadeira), Salazar fica fisicamente incapacitado para governar.
•1970: Morte de Salazar.
Dr. Oliveira Salazar - O Super-Ministro das Finanças.
O Início da Guerra do Ultramar
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SUBTEMA J.2.: REGIMES DITATORIAIS NA EUROPA:DITADURA FASCISTA: FILME "O GRANDE DITADOR"
FILME ESPECTACULAR DE CHARLES CHAPLIN "O GRANDE DITADOR" FILME CÓMICO E SARCÁSTICO.
UMA VOZ CONTRA AS DITADURAS
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SUBTEMA J.2.: REGIMES DITATORIAIS NA EUROPA:DITADURA FASCISTA: SALAZARISMO EM PORTUGAL
SALAZARISMO
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SUBTEMA J.2.: REGIMES DITATORIAIS NA EUROPA: ADOLFO HITLER
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| Adolf Hitler |
Ainda sob a orientação dos seus mentores militares, integra-se num pequeno partido de extrema direita, onde rapidamente ascende a posições de direcção, vindo a transformá-lo no Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães (nazi é a abreviatura consagrada do nome alemão do partido), utilizando-o, mercê de uma oratória demagógica, vibrante e exaltada, para divulgar uma ideologia revanchista, baseada na ideia de uma derrota provocada por uma "punhalada nas costas" desferida por agentes de uma conspiração fantasiosa de plutocratas, judeus e bolchevistas, ao mesmo tempo que apregoa a necessidade de reerguer a nação alemã e de purificar a raça ariana e conquistar um "espaço vital" por onde esta se pudesse expandir. As suas ideias fundamentais foram explicitadas num livro escrito na prisão, após uma tentativa frustrada de golpe - o Mein Kampf (A Minha Luta), que se torna um guia ideológico e de acção para os seus partidários, primeiro dentro e depois fora da Alemanha.
A acção dos seus partidários, organizados em milícias próprias (as SA), cedo se caracteriza pela violência contra os partidos de esquerda e os sindicatos e contra a minoria judaica, transformada em bode expiatório de todos os males da nação alemã gravemente afectada por uma séria crise económica e social. É, contudo, por via eleitoral e com apoio parlamentar que consegue atingir o poder, começando imediatamente a colocar em prática uma política repressiva, quer contra os partidos de oposição (são abertos os primeiros campos de concentração para internar comunistas e social-democratas) quer contra os seus correligionários que lhe disputavam a liderança (assassinato de destacados dirigentes das SA na chamada Noite das Facas Longas). Ao mesmo tempo, em nome da pureza da raça ariana, Hitler enceta uma política de purificação eugénica, programando e executando uma campanha de eliminação física de deficientes mentais e outros "inúteis" e "anormais" e dando início a uma política persecutória destinada a exterminar os judeus, que são privados dos seus direitos e bens, expulsos dos seus lares, concentrados em ghettos e por fim executados em massa em campos de extermínio sob a alçada das SS, num Holocausto que virá a causar seis milhões de mortos aproximadamente.
A política externa hitleriana caracteriza-se por uma grande agressividade e conduz a uma guerra mundial que alastrou a quase toda a Europa, a parte da África setentrional e à Ásia (em conjugação com operações dos seus aliados italianos e japoneses, que com a Alemanha assinaram um pacto político-militar designado como Eixo anti-Komintern). Durou a guerra quase seis anos (1939-1945), saldando-se pela destruição completa ou quase completa de vastas regiões, pela morte de cerca de 50 milhões de pessoas (os países mais afectados pela hecatombe foram a própria Alemanha e a URSS), terminando com a derrota de Hitler e dos seus aliados em todas as frentes de combate. Nos últimos dias do conflito no teatro de operações europeu, com as tropas soviéticas às portas da capital do seu Reich (o Império que, segundo o próprio Hitler proclamava, deveria durar mil anos), sentindo a derrota a aproximar-se inexoravelmente, suicida-se e o seu corpo é queimado por alguns dos seus acompanhantes (Maio de 1945). A Alemanha render-se-á pouco depois.
Como referenciar este artigo:
Adolf Hitler. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2010
ADOLFO HITLER A CORES
Alguns filmes recuperados e coloridos sobre este momento histórico.
Adolf Hitler y Eva Braun (Color)
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SUBTEMA J.2.: REGIMES DITATORIAIS NA EUROPA: NAZISMO NA ALEMANHA
NAZISMO
ARIANISMO/ANTI-SEMITISMO/II GUERRA MUNDIAL
Berlim, 1933. O poder encontra-se nas mãos dos nacionais-socialistas. Adolf Hitler chega ao poder e mobiliza o país atraindo apoio ao prometer uma Alemanha mais forte.
E inicia-se a purga contra todos os que não encaixam na rígida ideologia nazi, levada a cabo pela propaganda e pela força de elite, as SS.
Os judeus são banidos das escolas, negócios, dos seus lares e deportados para campos de concentração, assim como os ciganos e todos os que não são física ou mentalmente adequados aos padrões arianos.
Lançam-se grandes planos para a indústria, construção e educação. E depois destes, de expansão. Hitler absorve a Áustria e a Checoslováquia. As nações europeias, desejosas de evitar a guerra não reagem. Mas em Setembro de 1939, ao invadir a Polónia, rebenta a Segunda Guerra Mundial.
As atrocidades sucedem-se numa escalada vertiginosa. O holocausto ficará como uma das páginas mais negras da história da civilização.
O Século do Povo: Raça Superior: ARIANISMO
O Século do Povo: A Guerra Total
A Guerra Total
Em 1939, com a guerra prestes a rebentar na Europa, os civis tentavam preparar-se para um novo tipo de guerra em que eles também seriam alvos.
Com o eclodir da Guerra após a invasão da Polónia por Adolf Hitler, crianças são separadas dos seus pais e abandonam as cidades em direcção aos campos.
No Norte e Centro da Europa, centenas de milhares de refugiados formam estradas. Mais tarde, Leninegrado é cercada e Pearl Harbor atacada pelos japoneses. Era a guerra total.
Guerra que custou 55 milhões de vidas. Na China morreram mais de 13 milhões de civis, na União Soviética mais de 14 milhões. Seis milhões de judeus foram vítimas de genocídio. Pela primeira vez perderam a vida mais civis do que soldados de uniforme.
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SUBTEMA J.2.: REGIMES DITATORIAIS NA EUROPA: NAZISMO NA ALEMANHA
Doutrina político-social, baseada no totalitarismo e na ideia de superioridade de raça. Estes princípios foram adoptados pelo Partido Nacional-Socialista, fundado por Hitler na Alemanha.
TOTALITARISMO
Sistema político em que todas as actividades sociais são dominadas pelo Estado, sem qualquer forma legal de oposição.
ANTI-SEMITISMO
Doutrina racista, defendida pelos nazis, que considerava os semitas (hebreus, árabes, etc.) um povo inferior. Para os nazis, os semitas identificaram--se sobretudo com os judeus, pelo que a expressão anti-semitismo passou a designar anti-judeu.
GENOCÍDIO
Destruição sistemática e metódica de um grupo étnico, pelo extermínio dos seus indivíduos e pela eliminação de todas as formas de expressão (cultural, linguística, religiosa, etc.) da identidade colectiva desse povo.
RACISMO
Teoria que defende a superioridade de certas raças e nela assenta o direito de discriminar, dominar ou mesmo suprimir as outras.
O LIVRO DE HITLER

AS SA E SS (Forças repressivas)
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SUBTEMA J.2.: REGIMES DITATORIAIS NA EUROPA: BENITO MUSSOLINI
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| Benito Mussolini |
Il Duce" Benito Mussolini
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SUBTEMA J.2.: REGIMES DITATORIAIS NA EUROPA: SUBTEMA J.3. A 2ª Guerra Mundial: FILME "A VIDA É BELA"
Titulo original: (La Vita è Bella)
Lançamento: 1997 (Itália)
Direção: Roberto Benigni
Atores: Roberto Benigni , Nicoletta Braschi , Giustino Durano , Sergio Bini Bustric , Horst Buchholz
Duração: 116 min
Género: Comédia Dramática
SINOPSE:É um filme do género comédia dramática. Guido, o protagonista, é um homem simples, inteligente e espirituoso. Um pai amoroso que consegue fazer seu filho acreditar que ambos estão participando de um jogo, sem que o menino perceba o horror no qual ambos estão inseridos.
O filme inicia com a luta de Guido para conquistar sua princesa, Dora. Pode não parecer relevante, mas é justamente o estabelecimento do vínculo amoroso familiar, que vai confrontar com as cenas dramáticas a seguir. Um dia pai e filho são levados para um campo de concentração nazista Neste momento inicia-se todo o empenho de Guido, usando a sua imaginação com o intuito de proteger seu filho (de seis anos) do terror e da violência da guerra. Descobre Dora no mesmo campo de concentração e faz o humanamente possível para protegê-la também.
O filme mostra a fantástica saga do livreiro Guido Orefice e de como ele conseguiu, por meio da imaginação e da fantasia, transformar os horrores da rotina de um campo de concentração nazista em regras de uma gincana, para omitir a verdade de seu filho e assim protegê-lo. conquistou crítica e público com seu espírito leve, porém crítico, e a coragem de fazer uma comédia para falar do que foi o maior drama do século 20: o Holocausto.
Guido chama as ações nos campos de concentração de gincana onde os judeus que seguirem as regras, que são: - esconderem-se, manterem-se em silêncio e não pedirem por comida - ganham pontos e concorrem a um tanque de guerra. A produção consegue comover e convencer sobre como a bela arte do cinema pode emocionar com situações inesperadas, aliadas a fragmentos de realidade. É um filme emocionante, sem propósitos políticos, nem objetivo de deturpar a história.
Ganhador de vários prêmios: melhor filme estrangeiro, melhor ator para Roberto Benigne, melhor diretor, melhor filme, e muitos outros
TAREFA: 2º PERÍODO
FICHA DE OBSERVAÇÃO DO FILME
A VIDA É BELA
FICHA TÉCNICA
1.TÍTULO:
2.REALIZADOR:
3.GÉNERO:
4.ACTORES PRINCIPAIS:
O FILME
5.PERSONAGENS PRINCIPAIS DO FILME:
6.TEMPO DA ACÇÃO:
7.ESPAÇO DA ACÇÃO:
8.TEMÁTICA:
9.RESUMO DO FILME:
10. A MINHA OPINIÃO SOBRE O FILME
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SUBTEMA J.2.: REGIMES DITATORIAIS NA EUROPA
CONTEXTUALIZAÇÃO
A 1ª Guerra Mundial e a Grande Depressão (1929-1933) provocaram um período de grandes dificuldades económicas e de agitação social na Europa. Além disso, o crescimento dos partidos comunistas, após 1917, trouxe alguns receios à burguesia. Estas circunstâncias favoreceram o apoio a partidos políticos que defendiam regimes autoritários e prometiam "repor a ordem". Assim, estabeleceram-se governos totalitários em países como a Itália, Alemanha, Portugal, Espanha, Polónia, Hungria, Áustria e Grécia.
Publicada por
joão nunes
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