01/10/2008

MAPAS

CARTOGRAFIA (MAPAS)
Noções básicas
A cartografia — a técnica e a arte de produzir mapas — é a linguagem da Geografia. Mapas físicos, políticos e temáticos revelam os aspectos visíveis da paisagem ou as fronteiras políticas, espelham projectos de desenvolvimento regional ou contribuem para organizar operações militares.
As tentativas de cartografar o espaço geográfico remontam aos povos antigos, que já registavam elementos da paisagem e fixavam pontos de referência para seus deslocamentos e expedições. A cartografia se desenvolveu paralelamente ao comércio e à guerra, acompanhando a aventura da humanidade.
Actualmente, a produção de mapas emprega técnicas sofisticadas, baseadas nas fotografias aéreas e em imagens obtidas por satélites de sensorialmente remoto. Mapas são fontes de saber e de poder.
Os mapas e cartas geográficas correspondem a instrumentos fundamentais da linguagem e da análise geográficas. Eles têm uma função primordial: conhecimento, domínio e controle de um determinado território. Por isso, são fonte de informações que interessam a quem tem poder político e económico.
Lembrete
Termos mapa e carta são muitas vezes usados como sinónimos. No entanto, de maneira geral, os mapas correspondem às representações mais genéricas (como um planisfério), enquanto as cartas geográficas normalmente consistem em representações de espaços mais restritos e com maior grau de detalhadamente, como as constantes do guia de ruas de uma cidade.

Elementos principais de um mapa
Todo bom mapa deve conter quatro elementos principais: título, escala, coordenadas geográficas e legenda. Esses elementos asseguram a leitura e a interpretação precisas das informações nele contidas.
TÍTULO. Descreve a informação principal que o mapa contém.
Um mapa com o título “Brasil físico” deve trazer o nome e a localização dos principais acidentes do relevo, assim como os principais rios que cortam o país. Já um mapa com o título “Brasil político” necessariamente terá a localização e o nome das unidades federativas, assim como as suas respectivas capitais e, eventualmente, outras cidades principais.
Outras informações que esses mapas porventura contiverem, como as principais cidades num mapa físico ou os rios mais importantes num mapa político, são consideradas secundárias e, portanto, não devem ser sugeridas no título.
ESCALA.
Indica a proporção entre o objecto real (o mundo ou uma parte dele) e sua representação cartográfica, ou seja, quantas vezes o tamanho real teve de ser reduzido para poder ser representado.
Consideremos o seguinte exemplo: um mapa na escala 1:10.000.000 indica que o espaço representado foi reduzido de forma que 1 centímetro no mapa corresponde a 10 milhões de centímetros ou 100 quilómetros do tamanho real.
Deve-se estabelecer a escala de um mapa antes de sua elaboração, levando-se em conta os objectivos de sua utilização. Quanto maior for o espaço representado, mais genéricas serão as informações. Em contrapartida, quanto mais reduzido o espaço representado, mais particularizadas serão as informações.
Mapas em diferentes escalas servem para diferentes tipos de necessidades:
Escalas númericas
• mapas em pequena escala (como 1:25.000.000) proporcionam uma visão geral de um grande espaço, como um país ou um continente;
• mapas em grande escala (como 1:10.000) fornecem detalhes de um espaço geográfico de dimensões regionais ou locais.
Por exemplo, em um mapa do Brasil na escala 1:25.000.000, qualquer capital de estado será representada apenas por um ponto, ao passo que num mapa 1:10.000 aparecerão detalhes do sítio urbano de qualquer cidade.
A representação das escalas cartográficas que usamos até agora é a numérica. Porém, existe uma outra forma de representar a escala: a forma gráfica.
A escala gráfica
aparece sob a forma de uma recta dividida em várias partes, cada uma delas com uma graduação de distâncias. A sua utilidade é a mesma da escala numérica.
COORDENADAS GEOGRÁFICAS.
São linhas imaginárias traçadas sobre os mapas, essenciais para a localização de um ponto na superfície terrestre. Essa localização é o resultado do encontro de um paralelo e sua respectiva latitude (o afastamento, medido em graus, do paralelo em relação ao Equador) e de um meridiano e sua respectiva longitude (o afastamento, medido em graus, do meridiano em relação ao meridiano principal ou de Greenwich).
LEGENDAS. Permitem interpretar as informações contidas no mapa, desde a constatação da existência de um determinado fenómeno até os diferentes graus de intensidade em que ele se apresenta.
As legendas podem vir representadas por cores, símbolos ou ícones de diversos tipos, ou utilizar combinações dessas várias representações.
No uso de legenda com cores, é necessário seguir algumas regras determinadas pelas convenções cartográficas. O azul, por exemplo, presta-se para a representação de fenómenos ligados à água, como oceanos, mares, lagos, rios.
Na representação de um fenómeno com várias intensidades, a graduação da cor utilizada deve manter relação directa com a intensidade do fenómeno. Assim, num mapa de densidades demográficas, as maiores densidades são representadas por uma cor ou tonalidade mais forte do que as menores densidades.
Ao produzir representações cartográficas de fenómenos da natureza, as cores também podem sugerir as características do fenómeno. Em geral, os mapas climáticos utilizam as cores “quentes” (alaranjado, vermelho) para representar climas “quentes” (tropical, equatorial, desértico), ficando as cores “frias” reservadas aos climas mais frios.
Similarmente, os mapas de vegetação representam as florestas tropicais por meio de várias tonalidades de verde. Já nos mapas de relevo, a cor verde deve ser reservada para as planícies, bacias ou depressões, enquanto o amarelo é utilizado para os planaltos e o castanho, para as áreas mais elevadas, como as cadeias montanhosas.
A leitura de mapas
Ler mapas é um processo de descodificação, que envolve algumas etapas metodológicas básicas.
Inicia-se a leitura pela observação do título. Temos de saber, inicialmente, qual é o espaço representado, seus limites e as informações constantes no mapa.
Depois, é preciso interpretar a legenda ou a descodificação propriamente dita, relacionar os significantes e significados espalhados no mapa. Só então será possível reflectir sobre aquela distribuição e/ou organização.
Deve-se observar também a escala (gráfica ou numérica) indicada no mapa para posterior cálculo das distâncias ou das dimensões do fenómeno representado, a fim de se estabelecer comparações ou interpretações.
Ler mapas significa, portanto, dominar esse sistema semiótico que é a linguagem cartográfica.
O EQUADOR
é um círculo máximo perpendicular ao Eixo da Terra [Eixo da Terra é alinha dos pólos «PN-PS» e que passa pelo centro da Terra] dividindo a terra em duas partes iguais, o hemisfério Norte e o hemisfério Sul.
PARALELOS
são todos os círculos menores, simultaneamente perpendiculares ao Eixo da Terra e paralelos ao Equador.
Para cada lugar da Terra passa um paralelo chamado
PARALELO DE LUGAR.

LATITUDE
é a distância, medida em graus, entre o equador e o paralelo que passa pelo lugar considerado.O valor da latitude varia entre 0º (no equador) e 90º nos pólos.

ESPAÇO E O TEMPO EM HISTÓRIA

A História é uma ciência do Homem e para o Homem, tratando o seu percurso e realizações desde a Pré-História até ao dia de ontem. Estuda o Homem no tempo, portanto, mas também no espaço, que é assim o espaço histórico. Este pode-se definir como a porção do planeta onde se desenvolvem as actividades do homem no seu quotidiano. Inserido no conjunto das suas actividades ao longo de um período de tempo maior ou menor, ganha a dimensão histórica, não apenas de forma isolada mas também em relação com outras áreas. Portugal é um espaço histórico, porque definido por um povo que ao longo da história se definiu enquanto tal e que concebeu o conjunto dos territórios onde habitam as suas comunidades de uma forma relacionada e uniforme, onde o tempo histórico se desenvolve de forma homogénea e de acordo com os padrões de civilização e desenvolvimento que o mesmo povo consolidou nesse espaço.
Estreitamente ligado ao conceito de espaço histórico encontram-se os componentes políticos que caracterizaram e caracterizam ainda as diferentes sociedades. Remonta este conceito organizacional de opostos, traduzido nas expressões comummente utilizadas de esquerda (conotada com a liberdade enraizada naquilo que era mais profundo e intrínseco ao Homem) e direita (de cariz mais racionalista e tendente à autocracia ou centralização), presumivelmente à Revolução Francesa, uma vez que tal era a disposição dos grupos na Assembleia. Por outro lado, deparamos com o denominado espaço vital, que deriva do germânico lebensraum e designa uma noção espacial (geográfica e ambiental) flexível e estreitamente interligada à cultura de um país e/ou povo. Esta noção necessita de um âmbito, que não abrange somente a terra de cada país mas também o espaço aquático, quando tal se justifica. Assim se enquadram as expansões, conquistas e aculturações que se verificaram ao longo da História da Humanidade, sendo que vários povos consideraram as fronteiras que possuíam ou lhes eram impostas demasiado limitativas, além de muitas vezes se verem obrigados a aumentar o seu território devido ao aumento demográfico.
Preconizador do conceito espacial no seio da História, Fernand Braudel defendia que a História se define não só pela relação entre diversos espaços como pelas características dos mesmos, que variam consoante os homens que os estruturam e neles vivem. Conceito, portanto, orgânico, verificamos que se opõe, de certa forma e na maioria do mundo habitado do século XXI, à ideia de longa duração ou tempo longo. As necessidades que se sucedem a um ritmo vertiginoso provocam outras tantas alterações espaciais, frequentemente avassaladoras e sem nexo nem lógica. Contudo, aplica-se a noção de espaço a todas as épocas de vivência humana, em que os acontecimentos nem sempre se sucederam com o ritmo que hoje se verifica. Braudel defende, por conseguinte, um pacto que engendre uma solução combinada entre o passado e o futuro.

O tempo histórico (também chamado a "ciência dos homens no tempo") compreende uma série de níveis e noções que contribuem para a sua formação. São eles a estrutura (que é permanente e inalterável, situando-se no tempo longo e aplicando-se a âmbitos como o cultural, geográfico, social, económico, político, ecológico e psicológico, entre outros), a conjuntura (por natureza cíclica, que se integra no tempo de média duração entre a estrutura e o evento, e consta de oscilações de maior ou menor dimensão em áreas como a cultural, a económica, a social e a política) e o evento (nível que se localiza no tempo curto e corresponde a uma ocorrência singular, excepcional e passageira que parece independente de outras ocorrências e indica mudança). Fernand Braudel historiador francês que viveu entre os anos de 1902 e 1985, desenvolveu uma série de noções temporais que se tornaram basilares no estudo da História, como foi o caso do chamado tempo curto - que compreende os acontecimentos de breve duração como as ocorrências casuais, a história de eventos, da vida quotidiana e individual - do tempo cíclico, de rápida cadência e localização intermédia entre o tempo curto e o longo, que abrange as correntes e retrocessos no âmbito material e os ciclos económicos (entre outros) na história conjuntural - e do tempo longo ou longa duração. Este último conceito abarca a história estrutural, que contém componentes caracterizadas pela sua estabilidade e longevidade e que por estas mesmas razões não são de percepção directa e imediata, ou seja, podem passar desapercebidos na fase de percepção, necessitando da ajuda de fontes de cariz diverso. O tempo, por natureza contínuo, compreende uma série infinita de mudanças, que funcionam como renovação e quebra desta mesma continuidade. A interacção entre estes dois factores forma a estrutura daquilo a que se chama tempo histórico.

NUMERAÇÃO ROMANA

Como funcionava o sistema de numeração Romana?
As 7 letras que os Romanos utilizavam como numerais são:

1:I
5:V
10:X
50:L
100:C
500:D
1000:M

Repetindo cada símbolo duas ou três vezes (nunca mais que três) o número fica duas ou três vezes maior: Os símbolos V, L e D não se repetem.
2:II
3:III
20:XX
30:XXX
200CC
300CCC
2000MM
3000MMM

As letras I, X ou C colocam-se à esquerda de outras de maior valor para representar a diferença deles, obedecendo às seguintes regras:
I só se coloca à esquerda de V ou de X;
X só se coloca à esquerda de L ou de C;
C só se coloca à esquerda de D ou de M;

Se a um símbolo colocarmos à sua direita um símbolo de menor valor, este último símbolo soma o seu valor ao valor do outro. Assim:
6:VI (5+1)
12:XII (10+2)
53:LIII (50+3)
110:CX (100+10)

Se a um símbolo colocarmos à sua esquerda um símbolo de menor valor, este símbolo diminui o seu valor ao valor do outro:
4:IV (5-1)
9:IX (10-1)
40:XL (50-10)
90:XC (100-10)
400: CD (500-100)
900:CM (1000-100)

Cada barra sobreposta a uma letra ou a um grupo de letras multiplica o seu valor por mil:
_
V:5000
_
XV:15000
_
_
IV: 4000000
_
_
L:50000

FICHA DE TRABALHO

1.Representa em numeração Romana os números da tabela:
49
64
99
4444
12453
8008008

2.Representa em numeração Árabe os números da tabela:
CCCL
CCXX
DCCV
CCCLIX
MCLXII
CMXLIV

3.Completa as frases com a data em numeração Romana:
Portugal tornou-se um reino independente em_____ . (1143);
Os Lusíadas de Luís Vaz de Camões foram publicados a primeira vez em_____ . (1572);
Em Portugal, a República substituiu a Monarquia em_____ . (1910);
O poeta Fernando Pessoa nasceu em Lisboa em ______ . (1888);
O "25 de Abril" deu-se em______ . (1974)

Um desafio...
Quantos números se podem representar, no sistema de numeração romano, utilizando exactamente três fósforos?


Uma Curiosidade...
Os Romanos, frequentemente, escreviam IIII (4) em vez de IV. Isto, ainda hoje, pode observar-se nas esferas de alguns relógios. A numeração romana usou-se na numeração de livros nos países europeus até ao século XVIII.

Soluções:
Numeração Romana:
1.
XLIX
LXIV
XCIX
IVCDXLIV
XIICDLIII
VIIIVIII
2.
350
220
705
359
1162
944
3. As datas são as seguintes:
MCXLIII; MDLXXII; MCMX; MDCCCLXXXVIII; MCMLXXIV.
Resposta ao desafio:
As hipóteses possíveis são: III, VI, IV, IX, XI, LI, C(sem ser curvo), V , L e X. Ou seja, são dez hipóteses!

APRENDER A LINGUAGEM DO TEMPO HISTÓRICO

A Cronologia é a ciência do tempo, que se ocupa a ordenar e datar os acontecimentos. Desde cedo, os Homens arranjaram marcos a partir dos quais faziam a contagem dos anos. Assim nasceram as Eras.
Hoje, o mundo rege-se pela Era Cristã, mas nem sempre foi assim, como podes ver na tabela

ERA

…das Olimpíadas
…da fundação de Roma
…de César ou Hispânica (1)
…de Cristo (2)
…de Maomé

ACONTECIMENTO ESCOLHIDO PARA O INÍCIO DA CONTAGEM


Primeiros Jogos Olímpicos
Fundação de Roma
Conquista definitiva da Península Ibérica pelos Romanos
Nascimento de Cristo
Hégira (fuga de Maomé de Meca para Medina)

ANO DO INÍCIO DA CONTAGEM

776 a.C.
753 a.C.
38 a.C.
1 d.C.
622 d.C

1 – A Era de César ou Hispânica foi usada em Portugal até 1422 (Reinado de D. João I).
2 – A era universalmente adoptada: Era Cristã.

BARRA CRONOLÓGICA

PRÉ-HISTÓRIA

Antes da invenção da escrita:

IDADE DA PEDRA


PALEOLÍTICO:Do aparecimento do Homem à invenção da agricultura.

NEOLÍTICO:
Da invenção da agricultura à invenção da escrita.

HISTÓRIA

Depois da invenção da escrita:

IDADE ANTIGA:Do 4.º milénio a.C. (invenção da escrita) a 476 d.C. (queda do Império Romano do Ocidente).
CIVILIZAÇÕES PRÉ-CLÁSSICAS:
Do 4.º milénio a.C. (invenção da escrita) ao início do século V a.C. (apogeu grego).
CIVILIZAÇÕES CLÁSSICAS:
Do século V a.C. a 476 d.C. (civilizações grega e romana).

IDADE MÉDIA:
De 476 d.C. a 1453 d.C. (queda do Império Romano do Oriente – Império Bizantino).

IDADE MODERNA:
De 1453 a 1789 (início da Revolução Francesa)

IDADE CONTEMPORÂNEA: De 1789 aos nossos dias.

A CONTAGEM DO TEMPO

A contagem do tempo é feita em função da data do nascimento de Cristo (Era Cristã). Se um facto ocorreu antes, acrescentamos à frente da data a sigla a.C.; se aconteceu depois, não precisamos de acrescentar a sigla d.C. (embora nada nos proíba de o fazer).
Antes de Cristo (a.C.) Depois de Cristo (d.C.)
ANOS: 400 a.C. 300 a.C. 200 a.C. 100 a.C. 1 a.C._ Nascimento de Cristo_1 100 200 300 400
SÉCULOS: IV a.C III a.C. II a.C I a.C. I II III IV
Podemos, também, agrupar os anos em conjuntos, como nos seguintes exemplos:
DESIGNAÇÃO / Nº DE ANOS
Um lustro / 5
Uma década / 10
Um século / 100
Um milénio / 1000
Quando começa e quando termina um século? Eis alguns exemplos para perceberes:
Século I : Do ano 1 até ao fim do ano 100
Século II: Do ano 101 até ao fim do ano 200
Século XI: Do ano 1001 até ao fim do ano 1100
Século XVI: Do ano 1501 até ao fim do ano 1600
Século XX: Do ano 1901 até ao fim do ano 2000
Século XXI: Do ano 2001 até ao fim do ano 2100
Quando uma data termina em dois zeros, o número das centenas indica o século.

Assim: O ANO PERTENCE AO:
1
00
: Século I
10
00
: Século X
11
00
: Século XI
20
00
: Século XX
Quando uma data não termina em zeros, soma-se uma unidade (1) ao número das centenas:
Assim:O ANO PERTENCE AO:
0
44 a.C Século I a.C. (0 + 1 = 1) (as datas antes de Cristo são sempre assinaladas com a sigla a.C.)
0
14 Século I (0 + 1 = 1) (as datas depois de Cristo não precisam de ser assinaladas com a sigla d.C.)
4
76 Século V (4 + 1 = 5)
19
98 Século XX (19 + 1 = 20)
2008 Século XXI (20 + 1 = 21)

FICHA DIAGNÓSTICA

HISTÓRIA
FICHA DIAGNÓSTICA
NOME: _____________________________________________________ Ano: __ Turma:__ Nº:__
1.Da seguinte lista de elementos, diz qual te poderá fornecer mais informações de carácter histórico
a)Um jornal actual b) Umas ruínas romanas c)Uma árvore centenária d) Uma casa antiga
2.Explica os motivos da tua escolha; dizendo o que entendes por documento histórico.
_________________________________________________
3.Ordena cronologicamente os seguintes acontecimentos:
a) Formação do Condado Portucalense
b) Descoberta do caminho marítimo para a Índia.
c) Nascimento de Jesus
d) Aparecimento da escrita
e) Fim do teu 6º ano de escolaridade
4. Constrói agora uma barra cronológica e divide-a em séculos ( assinalando o nascimento de Jesus Cristo). Regista nela, cronologicamente, as datas seguintes.
a) 711 b)218 a.C c) 1290 d) 19 a.C e)1348 f) 237 a.C. g)1211 h)1385 i)1375 j)718 k)1000
5. Converte os anos em séculos.
a) 711 ____ b)218 a.C _____c) 1290 _____d) 19 a.C ____e)1348_____ f) 237 a.C.____ __ g)1211 ______h)1385______ i)1375_____ j)718 ______k)1000______
6. Converte os séculos em anos.
XII:_________ a _________
V a.C.:________ a ________
XXII:________ a __________
I :_________ a _________
7. Faz uma legenda para as imagens.

___________________ __________________
8. O Mundo é composto pelos seguintes Continentes.
1:______________2_________ _____3________________4______________5____________
8. Portugal é um país que se localiza no Continente ___________________________.
Estás agora um pouco mais preparado para iniciar a nova viagem que te proponho este ano.
Espero que ela seja agradável, produtiva e inesquecível! Bom trabalho e bom ano.

PLANIFICAÇÃO A LONGO PRAZO: 2009-2010

PLANIFICAÇÃO ANUAL DE CONTEÚDOS

1º Período

APRESENTAÇÃO: FICHA DIAGNÓSTICA: 2
INTRODUÇÃO: TEMPO: ESPAÇO: 4
COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS:
1. Tratamento de informação/utilização de fontes
2. Compreensão histórica:
2.1. Temporalidade
2.2. Espacialidade
2.3. Contextualização
3. Comunicação em História


TEMA I – A EUROPA E O MUNDO NO LIMIAR DO SÉCULO XX

I.1. Hegemonia e Declínio da Influência Europeia

- Imperialismo e colonialismo: a partilha do Mundo
- A 1ª Grande Guerra
- As transformações económicas no após-guerra no mundo ocidental
A Revolução Soviética
- Da Rússia dos Czares à Rússia dos Sovietes
- Revolução burguesa e revolução bolchevique
- As fases da construção da URSS

I.2. Portugal: Da 1ª República à Ditadura Militar

- Crise e queda da monarquia
- A 1ª República

I.3. Sociedade e Cultura: Um Mundo em Mudança

- Mutações na estrutura social e nos costumes
- Os novos caminhos da ciência
- Ruptura e inovação nas artes e na literatura

Actividades de Avaliação: 4
Auto e heteroavaliação: 2
TOTAL: 28

2º Período

TEMA J – DA GRANDE DEPRESSÃO À 2ª GUERRA MUNDIAL

J.1. A Grande Crise do Capitalismo nos Anos 30

- A grande crise do capitalismo
- A intervenção do Estado na economia

J.2. Regimes Ditatoriais Na Europa

- Os regimes Fascista e Nazi
- Portugal: a ditadura salazarista
- A era estalinista na URSS
- Espanha: a ditadura franquista

J.3. A 2ª Guerra Mundial

- O desenvolvimento do conflito
- Os caminhos da paz

TEMA K – DO SEGUNDO PÓS-GUERRA AOS DESAFIOS DO NOSSO TEMPO

K.1. O Mundo Saído Da Guerra

- Reconstrução e política de blocos
- A recusa da dominação europeia: os primeiros movimentos de independência


K.2. As Transformações Do Mundo Contemporâneo

- O dinamismo económico dos países capitalistas
- Funcionamento da União Europeia
- As sociedades ocidentais em transformação
- O mundo comunista: desenvolvimento, bloqueios e rupturas
- O Terceiro Mundo: independência política e dependência económica.
- As novas relações internacionais: o diálogo Norte-Sul, a defesa da paz


Actividades de Avaliação: 4
Auto e heteroavaliação: 2
TOTAL: 22

3º Período

K.3. Portugal: Do Autoritarismo À Democracia

- A perpetuação do autoritarismo e a luta contra o regime
- Portugal democrático


Actividades de Avaliação: 4
Auto e heteroavaliação: 2
TOTAL: 22


COMPETÊNCIAS

DOMÍNIO DAS ATITUDES E VALORES

Ø Adquirir hábitos de discussão e posicionamento crítico em relação à realidade social passada e presente.
Ø Empenhar-se na defesa dos direitos humanos, manifestando atitudes de solidariedade em relação a outros indivíduos, povos e culturas.
Ø Manifestar interesses pela intervenção nos diferentes espaços em que se insere, defendendo o património arqueológico, cultural e etnográfico.
Ø Desenvolver a consciência cívica, atitudes de tolerância e de respeito pelos valores democráticos.
Ø Promover uma intervenção responsável na vida colectiva.

DOMÍNIO DAS APTIDÕES E CAPACIDADES

Ø Interpretar documentos de índole diversa.
Ø Realizar trabalhos de pesquisa individualmente e em grupo.
Ø Utilizar correctamente conceitos.
Ø Recriar situações históricas.

DOMÍNIO DOS CONHECIMENTOS

Tema I – A Europa e o Mundo no limiar do século XX.

Ø Explicar as tensões internacionais dos finais do século XIX início do século XX.
Ø Caracterizar a 1ª Guerra Mundial.
Ø Descrever as consequências da 1ª Grande Guerra.
Ø Compreender o contexto em que se dá a Revolução Russa.
Ø Descrever as transformações operadas pela Revolução Russa.
Ø Explicar a queda da monarquia em Portugal.
Ø Conhecer a evolução do regime republicano.
Ø Descrever as grandes transformações sociais, culturais, científicas e artísticas do início do século XX.

Tema J – Da Grande Depressão à 2ª Guerra Mundial

Ø Compreender a eclosão da Crise de 1929.
Ø Explicar as consequências da Crise.
Ø Explicar de que forma se ultrapassou a crise.
Ø Explicar a evolução política nos anos 20 e 30.
Ø Caracterizar o fascismo e o nazismo.
Ø Descrever a evolução em Portugal.
Ø Caracterizar a 2ª Guerra Mundial.
Ø Analisar as consequências da Guerra.

Tema K – Do segundo após-guerra aos desafios do nosso tempo.

Ø Explicar a política de blocos.
Ø Analisar os movimentos de independência.
Ø Compreender as principais transformações do mundo contemporâneo.
Ø Explicar as novas relações internacionais.
Ø Caracterizar o autoritarismo salazarista.
Ø Descrever o 25 de Abril.
Ø Caracterizar o Portugal democrático.


TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO/UTILIZAÇÃO DAS FONTES

Seleccionar informação adequada ao tema em estudo;

Interpretar documentos de índole diversa;

Realizar trabalhos de pesquisa, individualmente ou em grupo;

Inferir conceitos históricos a partir da interpretação e análise cruzada de fontes.


COMPREENSÃO HISTÓRICA

→TEMPORALIDADE

Caracterizar as principais fases de evolução histórica e os grandes momentos de ruptura no processo evolutivo;

Localizar no espaço e no tempo eventos e processos;

Estabelecer relações entre o passado e o presente;

Explicar dinâmicas temporais que impulsionam as sociedades humanas.

→ESPACIALIDADE

Localizar no espaço, com o recurso a formas diversas de representação.


→CONTEXTUALIZAÇÃO

Distinguir aspectos de ordem demográfica, económica, social, política e cultural.

Relacionar a história nacional com a história universal.

COMUNICAÇÃO EM HISTÓRIA

Utilizar diversas formas de comunicação escrita;

Utilizar correctamente a língua portuguesa;

Analisar e produzir materiais iconográficos;

PLANIFICAÇÃO A LONGO PRAZO: ANUAL: TEMAS

TEMAS
TEMA I: A EUROPA E O MUNDO NO LIMIAR DO SÉCULO XX
I.1. Hegemonia e Declínio da Influência Europeia
I.2. A Revolução Soviética
I.3. Portugal: Da 1ª República à Ditadura Militar
I.4. Sociedade e Cultura num Mundo em Mudança
TEMA J: DA GRANDE DEPRESSÃO À 2ª GUERRA MUNDIAL
J.1. A Grande Crise do Capitalismo nos Anos 30
J.2. Regimes Ditatoriais na Europa
J.3. A 2ª Guerra Mundial
TEMA K: DO SEGUNDO PÓS-GUERRA AOS ANOS 80
K.1. O Mundo Saído da Guerra
K.2. As Transformações do Mundo Contemporâneo
K.3. Portugal: Do Autoritarismo à Democracia

K.4. Opção Subtema A: O Império da Ciência e da Tecnologia: Conquistas e ProblemasSubtema B: Massificação e Pluralidade na Cultura Contemporânea.

05/09/2008

Boas-vindas

Olá pessoal! Bem-vindos.

APRENDE A APRENDER